Neste mês, ABRH-PB e ABRH-PR realizam seus congressos anuais

Publicado: 06 de setembro de 2018

SECCIONAIS EM AÇÃO

Setembro será um mês agitado para as comunidades de RH paraibana e paranaense com a realização dos principais eventos estaduais na área de gestão de pessoas, o CONGREPARH e o CONPARH. Veja o que a ABRH-PB e a ABRH-PR prepararam para este ano.

ABRH-PB - Congreparh2018

O CONGREPARH – Congresso Paraibano de Gestão de Pessoas chega à sua 28ª edição com o tema central RH Tech – A tecnologia integrando talento, engajamento, conhecimento e humanidade.

O congresso acontece nos dias 19 e 20 de setembro, na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, em João Pessoa, onde empresários, gestores e estudantes terão a oportunidade de discutir a importância da tecnologia e as suas influências nos diversos aspectos relacionados às áreas de RH e gestão de pessoas.

“O tema nasceu de várias discussões sobre a tecnologia, cada vez mais presente na gestão de pessoas. Sentimos a necessidade de mostrar que ela existe para servir as pessoas e não ao contrário. Utilizamos, então, a palavra TECH como acróstico para desenhar os eixos do congresso e mostrar sua integração com Talento, Engajamento, Conhecimento e Humanidade”, explica Ângela Medeiros, presidente da ABRH-PB.

Na programação, o consultor Ricardo de Faria Barros, da Ânimo Desenvolvimento Humano, abordará a modernidade líquida e o sentido do trabalho em tempos digitais; e Fernando Seacero, sócio-fundador da i9Ação e especialista em jogos empresariais, terá como foco o engajamento através da gamificação.

Diretores da ABRH-Brasil também são destaques no evento: Ricardo Voltolini, diretor de Sustentabilidade, vai mostrar os dez passos de um RH sustentável; Rogério Leme, diretor de Tecnologia, apresentará a palestra Trilhas de aprendizagem com técnicas de mentoria; e Jefferson Leonardo, diretor da Região Sul, o tema Ser + Humano x Tecnologia = Excelência.

Pela primeira vez, os vencedores do Prêmio Ser Humano da ABRH-PB serão anunciados dentro do congresso, reconhecendo as melhores práticas de gestão de pessoas, no mesmo dia em que será apresentado o case da Coteminas, ganhador, em 2017, das edições paraibana e nacional do PSH e do prêmio Oscar Alvear Urrutia, concedido pela FIDAGH – Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana.

Além da feira de negócios Expo ABRH, o CONGREPARH abrigará a II Mostra de Trabalhos Científicos, apresentada por estudantes da área de Gestão de Pessoas.

Mais informações:
goo.gl/Fc43dd

 

ABRH-PR_logo CONPARH 2018

Tecnologia, novos modelos de trabalho, terceira idade no mundo corporativo, liderança feminina, startups e sucessão em empresas familiares são alguns dos temas do CONPARH 2018 – XV Congresso Paranaense de Recursos Humanos, que a ABRH-PR vai realizar nos dias 24 e 25 de setembro, na sede da Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), em Curitiba.

A 15ª edição será realizada sob o tema central Em busca de novos horizontes. Para Rodrigo Titon, diretor geral do congresso, a temática vai ao encontro das mudanças que o profissional de RH está passando nos últimos anos.

“São alterações provocadas por reformas na legislação trabalhista, avanços tecnológicos ou empreendimentos disruptivos que tornam o papel da liderança e das equipes cada dia mais complexo. Sob um prisma macro, o tema ‘Em busca de novos horizontes’ também retrata o anseio da sociedade brasileira, sobretudo em novas alternativas políticas e econômicas para o país, que amargou uma crise sem precedentes nos últimos anos”, diz.

Entre as presenças confirmadas, um painel vai reunir os jornalistas Carlos Alberto Sardenberg, âncora do CBN Brasil, e Giuliana Morrone, coapresentadora do Bom Dia Brasil; e o sociólogo e cientista político Bolívar Lamounier, em um debate sobre as perspectivas políticas e econômicas para o país.

Outro painel vai colocar em discussão os desafios e as oportunidades de trabalho para profissionais que passaram dos 60 anos. Participam Sergio Serapião, fundador do movimento LAB60+; Marília Fuhrmann, consultora senior em Desenvolvimento de Pessoas e Organizações; Gilmar Andrade, diretor de Conexões Estratégicas da ABRH-PR e consultor em Mudança Organizacional e Qualidade; e Diva Vieira, gestora de Projetos da Sesi Private Equities.

Também são destaques Luiz Felipe Pondé, filósofo e escritor, com a conferência magna O desafio da Mudança; Mario Gazin, fundador da Móveis Gazin, com o case de gestão de pessoas da empresa; e Sérgio Murilo Rodrigues Lemos, desembargador corregedor do TRT-PR, que vai abordar a reforma trabalhista, entre outros nomes.

Mais informações:
www.conparh.org.br
Tel. (41) 3262-4317

 

O Prêmio Ser Humano pelo Brasil

Logo Ser Humano_OC-01

Para reconhecer e estimular práticas de gestão que contribuam com o desenvolvimento de profissionais e empresas, a ABRH e suas seccionais criaram o Prêmio Ser Humano, realizado em diversos estados do país. Anualmente, os vencedores das edições locais concorrem à premiação nacional.

Diversas seccionais estão com as inscrições abertas para a premiação de 2018 neste segundo semestre:

  • Amazonas
    Os amazonenses podem se inscrever até o próximo dia 10 no Prêmio Ser Humano Ozeneide Casanova Nogueira, promovido pela ABRH-AM desde 2010.
    Informações: goo.gl/3dYj5z

  • Paraná
    Já a ABRH-PR prorrogou até 15 de setembro o prazo de inscrições para a oitava edição do Prêmio Ser Humano Luiz Hamilton Berton.
    Informações: goo.gl/2d4xUe

  • Rio de Janeiro
    Também a ABRH-RJ ampliou para 15 de setembro o prazo das inscrições para o Prêmio Ser Humano Luiz Carlos Campos.
    Informações: goo.gl/gfNJqh

  • Brasília
    No Prêmio Ser Humano Brasília 2018, promovido pela ABRH-DF, os interessados podem participar até 30 de setembro.
    Informações: goo.gl/9pTFbh

  • Minas Gerais
    Na ABRH-MG, a iniciativa está na 17ª edição e as inscrições seguem até 11 de outubro.
    Informações: www.abrhmg.org.br

 

ABRH-RJ lança câmara privada de mediação

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Geralt/Pixabay

Credenciada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), a ABRH-RJ lançou, em evento no Hotel Hilton Copacabana, na capital fluminense, realizado no último dia 21, sua Câmara Privada de Mediação.

O método alternativo de resolução de contendas consiste em uma negociação assistida, na qual o mediador, terceiro imparcial e sem poder decisório, auxilia os envolvidos a estabelecerem o diálogo, a refletirem sobre seus reais interesses e a identificarem, em coautoria, alternativas que contemplem suas necessidades e possibilidades. A expectativa é a de que o procedimento atenda às demandas que possam envolver as empresas e seus stakeholders e empregados, bem como questões de pessoas físicas.

“Essa credencial que a ABRH-RJ recebeu amplia a forma como poderemos servir a sociedade. Agora, contribuiremos com os poderes público e privado para a pacificação de conflitos”, avalia Paulo Sardinha, presidente da ABRH-RJ.

A celeridade e a confidencialidade estão entre as principais vantagens que a mediação oferece aos envolvidos. Além disso, o método atende aos requisitos previstos na modernização da legislação trabalhista e, sobretudo, qualifica as relações entre as partes.

“A mediação facilita o diálogo, pois o mediador conduz a discussão, mantendo o foco na questão e permitindo que cada um exponha o seu ponto de vista”, explica Magda Hruza, diretora jurídica da ABRH-RJ.

Sardinha também destaca o apoio e a orientação que a organização recebeu do presidente do Fonamec (Fórum Nacional da Mediação e Conciliação), o desembargador Cesar Cury. “Ele esteve presente em vários dos eventos que organizamos sobre o tema, além de ter se colocado sempre à disposição para conversar a respeito da formação da câmara”, conta.

 

Indicadores paranaenses

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Tero Vesalainen/Pixabay

Apesar da crise financeira que atingiu o país nos últimos anos, o cenário de gestão de pessoas apresentou, de forma geral, evolução positiva para empresas e trabalhadores do Paraná. É o que apontou o 10° Benchmarking Paranaense de Recursos Humanos, realizado pela Bachmann & Associados e a ABRH-PR.

“É inquestionável a melhora nos números, refletindo o trabalho dedicado e competente dos profissionais de RH, apesar da crise. Particularmente importante foi a redução na rotatividade, a menor dos últimos oito anos, pelo impacto que traz no trabalho do RH e nos custos das empresas”, destaca Dórian Bachmann, coordenador do estudo.

A 10ª edição teve a participação de 156 organizações do estado, um universo de 140 mil empregados, e apresenta os resultados de 12 indicadores de RH de empresas em 2017.

Conheça, a seguir, alguns resultados:

ROTATIVIDADE

A rotatividade média anual foi de 26,6%, resultado mais baixo nos últimos oito anos. Em 2017, 7,3% dos empregados pediram demissão. A maior quantidade de insatisfeitos estava no comércio onde, apesar do mercado de trabalho ainda se apresentar bem restrito, um em cada dez empregados pediu para sair.

RETENÇÃO 90 DIAS

A retenção 90 dias média foi de 89,1%, um pouco melhor que em 2016 e bastante superior ao padrão histórico de pouco mais de 80%, mostrando avanço na qualidade dos processos de recrutamento e seleção. Ainda assim, em média, um em cada 10 empregados não termina o período de experiência.

TERCEIRIZAÇÃO

A série histórica indica um crescimento da terceirização nos últimos três anos, retornando agora ao patamar de 2012. Nessa forte recessão, houve enxugamento das equipes e os primeiros a serem dispensados foram, na maior parte, os terceirizados e a mão de obra temporária. Na média, 10% dos colaboradores das empresas paranaenses são de profissionais terceirizados. Destaca-se a terceirização na administração pública, superior a um quarto dos trabalhadores (26,3%).

TREINAMENTO

O investimento em treinamento em 2017 correspondeu, em média, a 1,3% do tempo total trabalhado (cerca de 35 horas anuais por empregado). Esse resultado é um pouco melhor que o do ano anterior (1,1%). Chama a atenção o baixo esforço de treinamento feito pelo comércio, em que apenas 0,6% do tempo foi usado na capacitação de equipes.

IGUALDADE DE GÊNERO

A participação feminina na força de trabalho, embora lentamente, continua crescendo. Em 2017 alcançou 43%, o maior valor da série histórica.

TAXA DE ACIDENTES

Depois de um período de estabilidade, a Taxa de Frequência de Acidentes com Afastamento (TFCA) está baixando. Embora 30% da amostra não tenha reportado qualquer acidente com afastamento, a TFCA média foi de 6,88 acidentados por milhão de horas trabalhadas. Este valor é o melhor da série histórica e deve ser comemorado como um avanço importante, embora ainda em um patamar inaceitável.

Para fazer download desta edição, clique aqui.
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